Alpendre da Fazenda
 


As melhores Cachaças do Brasil - Parte II

 

6°- Serra Limpa

Local:Duas Estradas - PB

Endereço:Fazenda Imaculada Conceição, s/nº, Zona Rural, Duas Estradas, PB

Fabricante:Antonio Inácio da Silva

Cor:Branca

Tipo:Alambique

Armazenada:, não informado

Preço:R$20,00 a R$40,00

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:45%

Volume:600ml

 

 

7°- Maria Izabel

Local:Parati - RJ

Endereço:Sítio Santo Antônio - Corumbá - Paraty - RJ

Fabricante:Alambique Paratycana Ltda

Cor:Branca

Tipo:Alambique

Armazenada:Jequitibá, 3 meses

Preço:não informado

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:0%

Volume:750ml

8°- Seleta

Local:Salinas - MG

Endereço:Salinas - Minas Gerais

Fabricante:Seleta e Boazinha Ind. Com. Imp. Exp. Ltda

Cor:Amarelada

Tipo:Coluna

Envelhecida:Umburana, Até 3 anos

Preço:até R$20,00

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:42%

Volume:600ml

9°- Sagatiba Preciosa

Local:Ribeirao Preto - SP

Endereço:Ribeirão Preto - São Paulo

Fabricante:

Cor:Amarelada

Tipo:Alambique

Envelhecida:Carvalho, Mais de 3 anos

Preço:não informado

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:42%

Volume:não informado

 

 

 

 

10°- Germana Heritage

Local:Nova Uniao - MG

Endereço:Fazenda Vista Alegre, S/N Nova União - MG

Fabricante:Uniagro Ltda

Cor:Amarelada

Tipo:Alambique

Envelhecida:Bálsamo Carvalho, Mais de 3 anos

Preço:acima de R$200,00

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:40%

Volume:não informado

 

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 08h59
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As Melhores Cachaças do Brasil - Playboy

 

"As 10 melhores Cachaças do Brasil pela Playboy 2011"

 

1°- Anísio Santiago

Local:Salinas - MG

Endereço:Fazenda Havana - Salinas - MInas Gerais

Fabricante:Ind. e Com. de Aguardentes Menago Ltda.

Cor:Amarelada

Tipo:Coluna

Envelhecida:Bálsamo, Mais de 3 anos

Preço:acima de R$200,00

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:47%

Volume:600ml

2°- Vale Verde

Local:Betim - MG

Endereço:Rodovia MG 50, km 39 - Vianópolis - Betim - Minas Gerais

Fabricante:

Cor:Amarelada

Tipo:Alambique

Envelhecida:Carvalho, Até 3 anos

Preço:R$40,00 a R$60,00

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:40%

Volume:700ml

3°- Claudionor

Local:Januaria - MG

Endereço:Rua Lindolfo Caetano, 328 - Januária - Minas Gerais

Fabricante:Casa Claudionor Carneiro Ltda

Cor:Amarelada

Tipo:Coluna

Envelhecida:Umburana, Até 1 ano

Preço:R$20,00 a R$40,00

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:48%

Volume:600ml

4°- Germana

Local:Nova Uniao - MG

Endereço:Nova União - MG

Fabricante:Cachaça Germana

Cor:Amarelada

Tipo:Alambique

Envelhecida:Carvalho, Até 2 anos

Preço:R$40,00 a R$60,00

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:40%

Volume:1000ml

5°- Canarinha

Local:Salinas - MG

Endereço:Fazenda Brejinho, Matrona, Salinas, Minas Gerais

Fabricante:Noé Santiago Soares

Cor:Amarelada

Tipo:Alambique

Envelhecida:Bálsamo, Até 3 anos

Preço:R$60,00 a R$80,00

Ativa:Sim

Graduação Alcoólica:44%

Volume:600ml


 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 08h57
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O HOMEM TROCADO - LUIS VERÍSSIMO

 

O HOMEM TROCADOLuis Fernando Veríssimo

O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.

__ Tudo perfeito __ diz a enfermeira, sorrindo.

__ Eu estava com medo desta operação...

__ Por quê? Não havia risco nenhum.

__ Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...

E conta que os enganos começaram com o seu nascimento. Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que este não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.

__ E o meu nome? Outro engano.

__ Seu nome não é Lírio?

__ Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...

Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.

__ Há anos que a minha conta de telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.

__ O senhor não faz chamadas interurbanas?

__ Eu não tenho telefone!

Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.

__ Por quê?

__ Ela me enganava.

Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:

__ O senhor está desenganado.

Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.

__ se você diz que a operação foi bem...

A enfermeira parou de sorrir.

__ Apendicite?__ perguntou, hesitante.

__ É. A operação era para tirar o apêndice.

__ Não era para trocar de sexo?

 

 

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 08h49
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RECORDAÇÃO DE UM POETA NORDESTINO

 

 

Fazenda Santo Antonio - Jorge de Altinho

Quando eu era menino vi no céu um pedacinho,
A Fazenda Santo Antonio do meu velho tio Pedrinho,
Felicidade infinita era jóia mais bonita do município de Altinho,
A casa sede era grande de alpende arrodiada,
Um quarto pra guarda cela a rede toda trançada,
Encostado com a cozinha uma casa de farinha,
Pra se fazer farinhada;

Quatro horas da manhã para o curral eu corria,
Leite do peito da vaca traz saúde e energia,
Minha vaca que respeito,
Que Midio levava o leite, prá cidade todo dia,
Na mesa tinha de tudo, cuscuz com leite e coalhada,
Queijo de coalho na brasa, carne de sol bem assada,
Bolo de milho com côco, tinha costela de porco,
Macaxeira cozinhada;

No terreiro era bonito de se ver a bicharada,
Pato, galinha de mel, os perus dando rodada,
Bode cabra e leitão, tinha um casal de pavão,
Com ovelha doida gorda enrolada;

Na beira do rio una tinha cortiço de mel,
Inhame batata doce, laranja mimo do céu,
A banana prata e pão, os pés de coqueiro anão,
Água doce feito mel;

No inverno a pamonha, a canjica era à-vontade,
Tio Pedrinho matava um boi, dava carne prá os compadres,
No bacamarte um recado, São Pedro era festejado,
Ai meu Deus quanta saudade;


Santo Antonio mudou de dono, veio a modernização,
Derrubaram a casa sede, a cocheira e o galpão,
A tristeza me invade, quem já foi felicidade,
Hoje é só recordação;

Tio Pedrinho não vive mais, nem tia Alda também,
Foram morar com Jesus, na fazenda do além,
A lembrança hoje é um sonho, quando vejo Santo Antonio,
Sinto que morri também.

Êeeeeeeeee Gado Manso!
Êeeeeeeeee Saudades!
Êeeeeeeeee!


 

 

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 11h26
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GONZAGUINHA - GRANDE POETA

Sangrando  (Gonzaguinha)


Quando eu soltar a minha voz por favor, entenda
Que palavras por palavras eis aqui uma pessoa se entregando
Coração na boca, peito aberto, vou sangrando
São as lutas dessa nossa vida que eu estou cantando


Quando eu abrir a minha garganta, essa força tanta
Tudo que você ouvir, esteja certa que eu estarei vivendo
Veja o brilho dos meus olhos e o tremor das minhas mãos
E o meu corpo tão suado, transbordando toda raça e emoção


E se eu chorar e o sal molhar o meu sorriso
Não se espante, cante que o teu canto é minha força pra cantar
Quando eu soltar a minha voz por favor entenda
Que é apenas o meu jeito viver
O que é amar...





 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 10h26
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AGRURAS DA LATA D'ÁGUA - J QUIRINO

 

Agruras da Lata D'água – Jessier Quirino

 

...E eu que fui enjeitada
Só porque era furada.
Me botaram um pau na boca,
Sabão grudaram no furo,
Me obrigaram a levar água
Muitas vezes pendurada,
Muitas vezes num jumento.

Era aquele sofrimento,
As juntas enferrujadas.
Fiquei com o fundo comido.
Quando pensei que tivesse
Minha batalha cumprido,
Um remendo me fizeram:
Tome madeira no fundo
E tome água e leva água,
E tome água e leva água.

Daí nasceu minha mágua:
O pau da boca caía,
Os beiços não resistiam.
Me fizeram um troca-troca:
Lá vem o fundo pra boca,
Lá vai o pau para o fundo.
Que trocado mais sem graça
Na frente de todo mundo.
E tome água e leva água
E tome água e leva água.

Já quase toda enfadada,
Provei lavagem de porco,
Ai mexeram de novo:
Botaram o pau na beirada.
E assim desconchavada,
Medi areia e cimento,
Carreguei muito concreto
Molhado duro e friento,
Sofri de peitos aberto,
Levei baque dei peitada.

Me amassaram as beiradas,
Cortaram minhas entranhas.
Lá fui eu assar castanha,
Fui por fim escancarada.
Servi de cocho de porco
Servi também de latada.

Se a coisa não complica,
Talvez eu seja uma bica
Pela próxima invernada.
E inverno é chuva, é água,
E eu encherei outras latas
Cumprindo minha jornada.

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 10h46
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ARIANO SUASSUNA - 100% NORDESTINO

 

Defensor militante da cultura brasileira, Ariano foi o idealizador do Movimento Armorial, que tem como objetivo criar uma arte erudita a partir de elementos da cultura popular do Nordeste. Tal movimento procura orientar para esse fim todas as formas de expressões artísticas: música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, entre outras expressões.

“FRASES POLÊMICAS DE ARIANO SUASSUNA:

"Sou a favor da internacionalização da cultura, mas não acabando as peculiaridades locais e nacionais".

"Arte pra mim não é produto de mercado. Podem me chamar de romântico. Arte pra mim é missão, vocação e festa".

"Jamais falei mal de Molière, mas querer que eu aceite Elvis Presley já é demais".

"A massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto... Nunca vi um gênio com gosto médio."

"… que é muito difícil você vencer a injustiça secular, que dilacera o Brasil em dois países distintos: o país dos privilegiados e o país dos despossuídos."

"Que eu não perca a vontade de ter grandes amigos, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas"

"O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso."

"Eu digo sempre que das três virtudes teologais , sou fraco na fé e fraco na qualidade, só me resta a esperança."

"Depois que eu vi num hotel em São Paulo um show de rock pela televisão, nunca mais eu critiquei os cantores medíocres brasileiros. Qualquer porcaria como a Banda Calypso ainda é melhor que qualquer banda de rock."

"Não tenho medo de andar de avião como muitos dizem. O que eu tenho é tédio. Não agüento mais olhar aquelas aeromoças fazendo um teatro mímico para mostrar aos passageiros como usar às máscaras de oxigênio em caso de despressurização, e a porta de emergência."

"Em vez de porta-aviões, os americanos hoje mandam Michael Jackson e Madonna para dominar o Brasil."

“Na pré-história, os cavalos comiam só mato e os homens começaram a comer carne. A evolução trouxe a raça humana até aqui e os cavalos continuam sendo vegetarianos até hoje. É por isso que nunca parei de comer carne.”

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 09h23
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ABOPURU - TARSILA DO AMARAL

Abaporu é um quadro em pincel sobre tela da pintora brasileira Tarsila do Amaral.

 

Hoje, é a tela brasileira mais valorizada no mundo, tendo alcançado o valor de US$ 1,5 milhão, pago pelo colecionador argentino Eduardo Costantini em 1995. Encontra-se exposta no Museu de arte latino-americana de Buenos Aires (MALBA).

Abaporu vem dos termos em tupi aba (homem), pora (gente) e ú (comer), significando "homem que come gente". O nome é uma referência à antropofagia modernista, que se propunha a deglutir a cultura estrangeira e adaptá-la à realidade brasileira.

Foi pintado em óleo sobre tela em 1928 por Tarsila do Amaral para dar de presente de aniversário ao escritor Oswald de Andrade, seu marido na época.

Tarsila de Amaral valorizou o trabalho braçal (pés e mão grandes) e desvalorizou o trabalho mental (cabeça pequena) na obra, pois era o trabalho braçal que tinha maior importância na época.



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 09h03
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VELÓRIO NA ROÇA

velório na roça...

Velório na roça sempre é uma festa. Geralmente acontece de tudo. A Viúva nunca sai de perto do caixão. O choro convulsivo parece esquecer os maus tratos a que era submetida e que estão visivelmente estampados, no rosto envelhecido pelo tempo. As vizinhas fofoqueiras, que tanto infernizavam o falecido, sempre a seu lado a consolá-la. Uma roda de amigos sempre se forma, do lado de fora da casa ou da igreja, onde normalmente são realizados os velórios. 

Entre uma e outra rodada de café com biscoito ou uma dose de cachaça, relembram passagens interessantes do finado. E é uma risadeira geral. As amantes, contritas, chegam cobertas por véus pretos, sem poder manifestar sua dor para não chamar a atenção. Os parentes distantes começam a chegar de todas as partes e alguns até nem se conhecem mais:

Reza o causo que, certa feita, lá pelas bandas do sertão, um velho fazendeiro havia falecido e, enquanto seus amigos bebiam o defunto, o capataz da fazenda e seu filho foram até a cidade comprar o caixão, em uma caminhonete. Na volta, com a urna já na carroceria, encontram um amigo do falecido, conhecido como compadre Bené. Este, era assim chamado por ser pai de 19 filhos, o que o tornara compadre de muita gente no lugarejo. Já meio bêbado, e desgostoso pela morte do amigo, pede carona.

- Se você não tem medo de viajar junto com caixão, pode subir.

- Não tenho medo algum! Vou tomando conta da última morada do meu amigo.

Uma chuva forte começa, e para não se molhar, pois a viagem era longa, compadre Bené, num gesto de coragem e incentivado pelas doses da “branquinha”, resolve se esconder dentro do caixão. Então adormece. Logo à frente, encontram um desconhecido que acreditavam estar indo para o velório. Este também pede carona ao capataz, que avisa:

- Pode subir! Já tem outro aí. Assim você faz companhia para ele.

Ao subir na carroceria da caminhonete e vendo somente o caixão, o desconhecido fica muito assustado. Encolhido em um canto, e coberto com uma capa de chuva, torce para a viagem acabar logo. Assim se livraria do incômodo “companheiro” de viagem.

Ao passarem por perto de uma procissão, o barulho da reza e o burburinho das vozes despertam compadre Bené que, abrindo vagarosamente a tampa do caixão, e vendo o desconhecido, pergunta:

- Parou de chover, companheiro? 

O que se viu a seguir foi um verdadeiro rebuliço, com o desconhecido e as beatas que acompanhavam a procissão saindo em disparada ladeira abaixo, derrubando o andor do santo, as cercas e a Plantação de milho.

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 11h26
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O LEGÍTIMO CHAPÉU PANAMÁ

 

O LEGÍTIMO CHAPÉU PANAMÁ

Poucas pessoas sabem que o verdadeiro chapéu Panamá não é feito no Panamá, e sim no Equador, numa cidade do interior chamada MONTECRISTI. A matéria-prima para a fabricação dos famosos chapéus do Panamá é a folha de palma (cardulovica Palmata), conhecida pelo nome de "Paja Toquilla". Essa planta se cultiva principalmente nas partes montanhosas da Costa e do Oriente equatorianos, nas províncias de Manabí, Guayas, Esmeraldas e Morona Santiago.

 

Quando os conquistadores espanhóis chegaram ao que hoje em dia são as províncias de Guayas e Manabi na costa equatoriana, registraram nativos (indígenas) usando chapéus de palha que cobriam suas orelhas e pescoços. Esses chapéus pareciam Toucas, como as utilizadas pelas freiras ou pelas viúvas na Europa, então chamaram a esses chapéus de ?Toquillas? e a palha, com a qual são feitos, de ?Paja Toquilla?.

Segundo a lenda, esse chapéu dos nativos conseguiu seu nome simbólico quando Teddy Roosevelt participou da inauguração do Canal do Panamá (1913) e recebeu como obséquio um chapéu de palha equatoriano e, sem saber sua verdadeira procedência, agradeceu o presente referindo-se a ele como Chapéu Panamá.

 

No período entre 1800 e 1900 o chapéu de palha obteve grandes desenvolvimentos e sua presença, em nível mundial, foi cada vez mais notória, já que esteve presente em eventos como a febre do ouro da Califórnia e a exposição de Paris em 1900.

 

Sabemos hoje que o "Chapéu Panamá" é feito no Equador. Os segredos para a fabricação desse chapéu são passados de geração em geração e, mesmo atualmente, segue sendo totalmente manufaturado principalmente em Cuenca e Montecristi. Cada chapéu é único, totalmente artesanal.


 

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 10h25
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O CAUSO DO SEGURO DOS CHARUTOS

 

Um “causo” Jurídico – O Advogado e seus charutos raros

Um advogado de Charlotte, nos Estados Unidos, comprou uma caixa de charutos muito raros e muito caros. Tão raros e caros que os colocou no seguro, contra fogo, entre outras coisas. Depois de um mês, tendo fumado todos eles e ainda sem ter terminado de pagar o seguro, o advogado entrou com um registro de sinistro contra a companhia de seguros. Nesse registro, o advogado alegou que os charutos haviam sido perdidos em uma série de pequenos incêndios.

 

A companhia de seguros recusou-se a pagar, citando o motivo óbvio: que o homem havia consumido seus charutos da maneira usual. O advogado processou a companhia… e ganhou!

 

Ao proferir a sentença, o juiz concordou com a companhia de seguros que a ação era frívola. Apesar disso, o juiz alegou que o advogado ‘tinha posse de uma apólice da companhia na qual ela garantia que os charutos eram seguráveis e, também, que eles estavam segurados contra fogo, sem definir o que seria fogo aceitável ou inaceitável’, e que, portanto, ela estava obrigada a pagar o seguro. Em vez de entrar no longo e custoso processo de apelação, a companhia aceitou a sentença e pagou US$ 15.000,00 ao advogado pela perda de seus charutos raros nos incêndios.

 

Agora a melhor parte: depois que o advogado embolsou o cheque, a companhia de seguros o denunciou, e fez com que ele fosse preso, por 24 incêndios criminosos!!!

Usando seu próprio registro de sinistro e seu testemunho do caso anterior contra ele, o advogado foi condenado por incendiar intencionalmente propriedade segurada e foi sentenciado a 24 meses de prisão, além de uma multa de US$ 24.000,00.

 

Moral da história: cuidado com o que você faz, pois outra parte também pode ter um advogado melhor e mais esperto!!!

 

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 11h17
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CUMPADRES E CUMADRES

O CAUSO DA COMADRE

E tem aquele causo do cumpadre que tava de olho gordo na cumadre,

Cuma nunca dava jeito, ele deu o jeitinho dele.

Inventô de aparece numa hora que o cumpadre num tava em casa.

E ficou lá, a tarde inteira, naquela falta de assunto,

Sem querê falá no motivo da visita.

E a cumadre, só fingino de boba.

De repente, o cumpadre falô num ropante só:

__ E aí cumadre, nóis trepa ou nóis toma um cafezin?

E a cumadre, que só ela respondeu:

__ Cê credita que num tem pó de café.

 

SÓ PIADA DE CUMPADRES

Dois "cumpadres" conversando:
- Zé... fala uma coisa ruim!
- Minha sogra!
- Não, sô! Coisa ruim de cumê!
- A fia dela !


SÓ PIADA DE CUMPADRES  II

- Cumpadi,

muié é bicho estranho,

né mêsss???

- Num gosta di pescá....

- Num gosta di futebor...

- Num sabi contá piada...

- Num toma pinguinha....

- Óia, cumpadi...

si num tivesse xoxota,

eu nem cumprimentava.

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 13h08
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TONHECA DANTAS - O STRAUSS PAPA-JERIMUM

 

VALSA ROYAL CINEMA – TONHECA DANTAS

O STRAUSS PAPA-JERIMUM

Antonio Pedro Dantas (1871-1940), era filho de João José Dantas e da escrava alforriada Vicência Maria do Espírito Santo, natural de Carnaúba dos Dantas, Rio Grande do Norte, Brasil. Tonheca Dantas, como era conhecido, foi músico, compositor e maestro, sendo autor de uma obra de mais de mil peças musicais.


Despertou seu gosto pela música desde garoto, aprendendo com seus irmãos, em uma banda de música de sua cidade. Jamais teve formação superior como músico, sendo autodidata. Em 1898 foi contratado como maestro da Banda de Música da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, função que exerceu por três anos. Em 1903 mudou para Belém do Pará, sendo contratado como regente da Banda de Música do Corpo de Bombeiros em 1910 foi para a Paraíba onde regeu as bandas de música das cidades de Alagoa Grande e Alagoa Nova. Retornou definitivamente em 1911 para Natal onde passou a integrar a Banda de Música da Polícia Militar.


Sendo compositor de uma vasta obra até hoje executada pelas bandas filarmônicas Brasil a fora e até mesmo no exterior, é de sua autoria a Valsa Royal Cinema, que compôs para um cinema da cidade do Natal, pertencente a um amigo. Esta valsa foi tocada exaustivamente pela Rádio BBC de Londres, durante a Segunda Guerra Mundial, infelizmente executada como sendo de “autor desconhecido”.

 

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 15h19
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A ORIGEM DA FEIJOADA É EUROPEIA

 

A ORIGEM DA FEIJOADA É EUROPEIA !

Um fenômeno muito parecido com o da folclorização do samba aconteceu com a feijoada. O prato ganhou a cara de comida dos negros, mesmo tendo pouquíssima influência africana. Muita gente repete que a feijoada nasceu nas senzalas, criada pelos escravos com feijão e carnes desprezadas na casa-grande. Eis um daqueles mitos que de tão repetidos se tornam difíceis de derrubar. A feijoada tem origem europeia. Quem diz é o próprio folclorista Câmara Cascudo.

Conforme o que ele conta no livro História da Alimentação no Brasil, nem índios nem negros tinham o hábito de misturar feijão com carnes. A técnica de preparo vem de mais longe: O Império Romano. Desde a antiguidade os europeus latinos fazem cozidos de mistura de legumes e carnes. Cada região de influência romana adotou sua variação: o cozido português, a paella espanhola, o bollito misto do norte da Itália. O cassoulet, da França, criado no século 14, é parecidíssimo coma feijoada: feito com feijão branco, linguiça, salsicha e carne de porco. Com o feijão preto, espécie nativa da América que os europeus adoraram, o prato virou atração entre os brasileiros mais endinheirados. A citação mais antiga que restou sobre a feijoada mostra a refeição bem longe das senzalas. No Diário de Pernambuco de 7 de agosto de 1833, o elegante Hotel Théâtre, de Recife, informa sua nova atração das quintas-feiras: “Feijoada à brasileira”.

*Fonte: Guia politicamente incorreto da história do Brasil/Leandro Narloch. São Paulo: Leya, 2011.

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 09h51
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LAMPIÃO - É O PAI DO BREGA

 

LAMPIÃO – É O PAI DO BREGA

Veja abaixo o que escreveu o Jornalista Paranaense Leandro Narloch em seu livro “Guia Politicamente incorreto da História do Brasil” editora Leya, São Paulo, 2011, diz sobre o Rei do Cangaço do Sertão Nordestino:

“Existe um lado de Lampião que é menos conhecido. O homem era brega no último. Obececados por luxo, novidades estrangeiras e pela própria aparência, ele costumava exagerar. Fã de uísque White Horser e licor de menta francês, perambulava pelo sertão com os botões de ouro no casaco e cheio de perfume. “Os cabelos, negros, lisos, levemente ondulados, untados por brilhantina da melhor qualidade, a que fazia juntar respingos generosos de um dos bons perfumes que a França nos mandava à época: o Fleur d`Amour”, descreveu o historiador Frederico Pernambucano de Melo.

De acordo com o autor, Lampião gostava tanto do perfume o colocava até nos cavalos do bando. O cangaceiro tinha uma preocupação especial com a roupa; usava túnicas de chita de cores berrantes e lenços de seda. Ao se apresentar para pessoas importantes, dava a elas um cartão de visitas com foto – coisa que só os mais endinheirados da época possuíam. Lampião também adorava andar pelo sertão de carro, dentro dos primeiros modelos que chegaram ao Nordeste.

“O uso do automóvel por Lampião se deu de modo mais pródigo do que normalmente se imagina”, afirma o citado autor.

De acordo com o mesmo: “Há muito tempo se sabe que o cangaceiro estava mais para o contrário: um defensor dos ricos”.

“Lampião dava a vida para estar entre coronéis”.

 

 



 Escrito por Mario Madruga (Lula Madruga) às 21h46
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BRASIL, Nordeste, NATAL, Homem, Arte e cultura


 


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